Desarmado

Em cinzas, recolhido, posto à prova, escondido. O amor o deixou de lado quando resolveu segui-lo. Deixou-se desarmado, a alma à vista, vulnerável, consequente a sua frenética obsessão de bater acelerado deixava-o se mostrar vivo. Poderia ter sido, mas a vertente do destino em seu descuidado acidente entregou-se ao som de alerta, partiu-se, afogou-se em seu vício. Sem semáforo, desabou a última peça da armadura que o guiava, certo ou errado, o falso julgamento do passado e as lembranças a se apagar.