Síntese de nós

Por todas as vezes que esperamos o toque,
As vezes que trocamos de pele,
Criando lembranças no escuro,
Convenções de amores absurdos,
Rolando as pedras no abismo,
Somando horas úteis aos sonhos,
Perdemos aos poucos,
Moldando a ferro nossa imagem no outro,
Calamos o som do caos,
Falamos por espaços,
Mas perdemos a voz no todo,
E quando estamos só?
Em toda a insistência, fosse de quem foi,
Sorrimos a perda, nos armamos de novo,
E voltamos a esperar.

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